segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Presente ideal

Ola denovo O/

Estou-me aqui para contar outra histórinha pra vocês!

Mas essa é velhinha ^__^' (no sentido de tempo)

Da época que eu era só um menininho inocente... (então faz tempo mesmo...)


Data: Dia 12 de outubro de 2000

Local: Minha antiga casa, Santo André

Envolvidos: Eu e meu vô

Nome da história: Presente ideal


Bom, antes de mas nada, tenho que apresentar o Tonho pra vocês. Tonho era meu vô Antônio. Nunca conheci alguém tão sem noção assim com o neto como ele era comigo. tipo, ele ja roubou uma criancinha só pra me dar uma bola Hazauhazuhzauhazuhaz (isso aconteceu mesmo, mas é outra história...) Ele morreu em 2002 porque bebeu remédio pra pressão acompanhado com pinga (é genético).

Voltando, meus avós moravam em uma pequena cidade do Paraná, Marialva e vinham me visitar quase todos os feriados, mas nesse dia das crianças meu vô não ia poder vir pois estava com muitos trabalhos pra fazer (era pedreiro). Então ele resolveu comprar alguma coisa pra mim e dar pra minha vó trazer ja que ela ia vir.

Dia 12 de manhã como de custume o pessoal da minha família foi buscar a minha vó la na rodoviária eu não fui porque era muito cedo. Quando eu acordei ela ja tava aqui em casa.

"Rafael, isso aqui é pra você" ela me disse e entregou uma caixa embrulhada num pacote azul e eu disse: "o que é vó?". "Também não sei, seu vô compro correndo de ultima hora e entregou pra mim quando eu tava embarcando no ônibus". Quando eu abri a caixa vocês não imaginam o que tinha dentro: Uma arma *__*(de chumbinho, é claro). De tambor e tudo, preta com a coronha na cor de madeira, quem olhava de longe achava que era uma arma de verdade. Tipo na hora a reação geral era Buuuuum Hahuzuhzahuzauhzahuaz Todo mundo olhando assim pra mim -> O__O’ e eu correndo com a arma na mão... Depois de uns 3 dias a minha mãe jogou ela fora e eu fui descobrir isso esse ano (sempre achei que tinha perdido).



Porra, que tipo de avô da uma pistola pro neto de 6 anos? O meu *__* Hazhuazuhzahuzauh... Deve estar no meu DNA esses negócios de ser sem-noção...

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